segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Workshop Procel


Oito escolas municipais de Várzea Grande apresentaram, na quarta-feira (23), os trabalhos desenvolvidos em sala de aula que tiveram por tema o uso racional de energia elétrica durante o workshop. 

Essas atividades de conscientização fazem parte do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel). Graças à parceria entre Secretaria Municipal de Educação e Cultura e Eletrobrás – por meio de sua subsidiária Eletronorte – 36 escolas foram contempladas pelo convênio firmado em março de 2008. Destas, oito desenvolveram todas as atividades sugeridas pela coordenação do programa e chegaram à etapa final.

A coordenadora geral do Procel Educacional para Mato Grosso, Marina de Frias Souza, conta que o pequeno número de escolas que chegou à final é decorrente das inúmeras dificuldades encontradas para a divulgação das ações do programa no município. “Mas isso não impediu que algumas escolas continuassem conosco, desenvolvendo trabalhos muito importantes de conscientização sobre o uso racional da energia elétrica. Temos resultados muito expressivos em Várzea Grande”. Ela lembra que em todo o município, apenas as escolas municipais abraçaram a causa proposta pela Eletronorte.

A coordenadora regional do Procel, Solange Maria Silva, explica que o programa teve várias fases até chegar ao 2º workshop. “No início do convênio, no começo de 2008, realizamos a capacitação dos educadores que estariam desenvolvendo o Procel em sala de aula. Em seguida, o 1º workshop reuniu os representantes para avaliarmos o andamento das ações por eles desenvolvidas na escola. Em julho deste ano, reunimos as crianças em uma atividade recreativa que exigiu dos pequenos conhecimentos sobre o Procel. Agora, é a hora das escolas nos mostrarem todo o trabalho feito por elas e os resultados obtidos em sala de aula”.

Além das atividades de conscientização, as unidades participantes encaminham as contas de energia elétrica da própria escola e de alunos para análise. “A escola que registrar a maior redução do índice de consumo de energia elétrica será premiada. Após esta segunda edição do workshop, os técnicos da Eletronorte analisarão os talões de energia para aferição do consumo. A unidade vencedora receberá um aparelho de data show”, esclarece Solange Maria Silva.

Quanto à apresentação das ações escolares, as coordenadoras avaliaram-nas como positivas. “É muito gratificante vermos que o Procel muda os hábitos das crianças e dos trabalhadores da escola. Além disso, por serem as crianças multiplicadoras do conhecimento, o programa chegou às casas de muitas delas. Pudemos verificar isso com a análise das contas de energia entregues por elas. Em alguns casos, a redução é bastante significante”, desta Marina de Frias Souza.

Entre os projetos desenvolvidos pelas unidades que integram o Procel, destacaram-se: palestras educativas sobre a importância da conservação de energia elétrica, passeatas pelos bairros convocando a comunidade ao uso racional e gincanas que tiveram por tema o Procel.

Estão concorrendo ao prêmio de melhor escola de Várzea Grande as seguintes unidades municipais de ensino: Air Addor (Ouro Verde), Ana Rosa da Silva (Cristo Rei), Antônio Joaquim de Arruda (Hélio Ponce), Aristides Pompeo (Cidade de Deus), Prof.º Lenine Povoas (Eliane Gomes), Maria das Graças Pinto (Jd. Glória II), Nair de Oliveira (Mapim), Padre Luiz Maria Ghisoni (Vila Arthur) e Edna Melo Baracat (Vila Pirineu). A vencedora será conhecida no próximo mês de outubro.


Procel
O objetivo do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel) é promover a racionalização da produção e do consumo de energia elétrica, para que se eliminem os desperdícios e se reduzam os custos e os investimentos setoriais.

O Procel foi criado em dezembro de 1985 pelos Ministérios de Minas e Energia e da Indústria e Comércio, e gerido por uma Secretaria Executiva subordinada à Eletrobrás. Em 18 de julho de 1991, o PROCEL foi transformado em Programa de Governo, tendo suas abrangência e responsabilidades ampliadas.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Reforma da Antônio Joaquim

O prédio escolar situado no bairro Hélio Ponce de Arruda (região do Cristo Rei) passou por reformas em seu telhado, ampliação da cozinha, troca de piso, pintura, reparos nas partes elétrica e hidráulica e adaptação do ambiente para facilitar a inclusão de alunos que possuem dificuldades de locomoção.

Desde a inauguração, em novembro de 1992, a escola não havia recebido tantas melhorias de uma só vez. De lá para cá, o estabelecimento teve seu espaço ampliado em duas salas de aula, passando a abrigar seis classes. “Agora, com essa reforma, a escola melhorou muito. A gente percebe a alegria de todos em estar aqui”, afirma a coordenadora pedagógica, Jânia Maria Arantes da Silva, que acompanha a evolução da escola desde a sua fundação. “Comecei a trabalhar aqui há quase 17 anos”.

Estamos lutando para, mais obras serem realizadas na EMEB “Antônio Joaquim”, ainda uma um laboratório de informática. “Esta unidade de ensino foi contemplada com a construção, ainda este ano, de uma sala de recurso multifuncional para atendimento educacional especializado às crianças com deficiência e ainda

É pensando nisso que, todos os dias, a dona de casa Loedi Soares Martins percorre vários quilômetros para levar o pequeno Thaylon Brann Soares Martins à escola “Antônio Joaquim”. “Meu filho estuda aqui desde a pré-escola. Não tiro ele daqui por nada, ainda mais agora que a escola está ficando melhor e mais bonita! Além disso, tem professores e funcionários muito atenciosos. Aqui eles chamam meu filho pelo nome, todo mundo se conhece”. Moradora do bairro 8 de março (região do Parque do Lago) ela diz haver escola estadual próxima a sua casa, entretanto, “o ensino aqui é muito melhor. Sei que meu filho estará mais bem preparado”, completa.

“Estamos satisfeitos com a reforma porque sabemos que não há escola cidadã sem recursos que efetivem isso. Entretanto, não mediremos esforços para estar buscando, junto à prefeitura, outras obras que venham contribuir, ainda mais, com a qualidade do nosso ensino”,  afirma a diretora da unidade, Vanilda Pereira Batista. Segundo ela, existe muita procura por vagas na escola, daí a necessidade da ampliação do espaço físico para atendimento à demanda do grande Cristo Rei.